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Lavoura sadia é garantia de plantas com maior qualidade de grãos

25/03/2020

Lavoura sadia é garantia de plantas com maior qualidade de grãos

O manejo de pragas, como percevejo e cigarrinha, plantas daninhas e doenças são fundamentais para a cultura do milho segunda safra se desenvolver e manter seu potencial produtivo.

A cultura do milho pode ser atacada por diversas doenças durante seu ciclo, lembra o engenheiro agrônomo da Copagril, Pedro Henrique Maciel. “As principais doenças foliares que podem interferir em nossa região de atuação, são: complexo de ferrugens (polisora, comum e tropical),mancha de turcicum, diplodia, cercospora e mancha-branca. As estrias bacterianas causada por Xantomonas vasicola tiveram uma pequena incidência na safra passada em alguns híbridos mais sensíveis semeados na região, porém sem método de controle químico difundido deve-se escolher híbridos com maior tolerância genética a essa doença”, explica o profissional da área técnica da Copagril.

Essas doenças conforme a sua incidência e severidade podem interferir negativamente na produtividade da cultura, pois diminuem significativamente a área foliar reduzindo a fotossíntese e a quantidade de foto assimilados produzidos pela planta, afetando diretamente a produtividade, relata Maciel. “Por esse motivo a necessidade do manejo de fungicidas no milho é de extrema importância”.

O engenheiro ainda chama a atenção para uma comparação, “na cultura da soja temos de quatro a cinco doenças foliares que interferem severamente na produtividade e fazemos de três a quatro aplicações robustas de fungicidas misturado com protetores. Já na cultura do milho que possuímos um complexo com maior número de doenças, fazemos de uma a duas aplicações de fungicida, sendo a maioria delas realizadas com produtos à base de triazol e estrobirulina” complementa.

Manejo correto

O desenvolvimento e melhoramento genético apresentam híbridos de milho responsivos ao manejo de doenças, como é o caso das atuais sementes disponíveis no mercado. “Estudos realizados no Oeste do Paraná mostram que uma aplicação de fungicida, em média de cinco safrinhas, produziu 26 sacas por alqueire a mais que a testemunha - sem nenhuma aplicação. E, quando comparamos duas aplicações de fungicida com a testemunha, essa diferença pode chegar a 48 sacas por alqueire. É preciso salientar que essa informação é uma média de cinco safrinhas com diferentes híbridos, fungicidas e situações climáticas”, explica Maciel ao lembrar sobre os benefícios que o manejo traz ao produtor, pois uma lavoura sadia é garantia de plantas com maior qualidade de grãos, colmo mais resistente diminuindo o problema com acamamento e maior produtividade da lavoura.

A equipe técnica do setor agronômico da Copagril está disponível para mais informações sobre o manejo e controle. Neste momento de restrições em relação à prevenção do Covid-19 estão contingenciadas as visitas pessoais, mas todos os profissionais estão de plantão, disponíveis via telefone ou aplicativo de mensagem.

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